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Acupuntura reduz a necessidade de medicamentos

Esta especialidade médica auxilia o próprio corpo a estimular a produção de substâncias analgésicas

Idosos com doenças crônicas têm uma grande aliada na busca por bem-estar: a acupuntura. A técnica milenar chinesa e especialidade médica ajuda no alívio de dores, sintomas de ansiedade, depressão, insônia e outros males que atingem a terceira idade. E tudo isso sem efeitos colaterais e uso de medicamentos.

Com o envelhecimento o organismo humano vai perdendo a capacidade de adaptação e demora mais tempo para se recuperar das doenças. Além disso, as doenças crônicas que necessitam de medicação de uso contínuo são mais comuns nesta faixa etária. O problema é que o uso concomitante de vários remédios e a redução da função dos órgãos, como fígado e rins, aumentam o risco de interação e efeitos colaterais dos medicamentos. É aí que a prática da acupuntura pode ajudar.

A acupuntura tem resultado comprovado, principalmente no quadro de dores musculoesqueléticas, nos músculos, tendões, articulações e ossos de todo corpo, que são as mais comuns na população idosa. A técnica, por meio das agulhas, estimula o próprio organismo a produzir substâncias analgésicas e tratar estas dores. Isso diminui a necessidade de remédios, responsáveis por tantos efeitos colaterais.

Pacientes com insônia, alterações gastrointestinais, ansiedade, estresse e sintomas de depressão também podem ser muito beneficiadas com as agulhas. Todos estes males podem ser tratados ou aliviados por meio da acupuntura. Uma vantagem é que, por ser um tratamento com diversas sessões, o paciente cria um vínculo com o médico. Isso é muito importante, principalmente, em casos de depressão e ansiedade.

Nem tudo pode ser tratado somente com acupuntura, mas ela pode ser um importante coadjuvante. Como é caso de dores neuropáticas, que são associadas a doenças que afetam diretamente as terminações nervosas. Nem sempre a acupuntura vai substituir toda a medicação, mas já pode reduzir a quantidade ou a dosagem. Isso já diminui o risco de efeitos adversos.

Fonte: G1